domingo, 28 de junho de 2009

Autoconfiança sim! Arrogância não!


Não é novidade para nenhum de nós a importância da autoconfiança. O problema começa quando a confundem com arrogância.

É comum encontrarmos pessoas, que não são tudo aquilo que acreditam ser, dando "tiros no próprio pé" por acharem que são melhores do que os outros. Essa crença gera atitudes que geram reações (negativas). Afinal, quem quer estar com pessoas assim?

O outro lado da moeda são pessoas com um potencial enorme, mas que não acreditam serem capazes de progredir naquilo que se dispõem a fazer. Muitas se consideram uma fraude, uma farsa, e deixam de aproveitar as oportunidades que lhes são oferecidas por medo de não alcançarem os resultados esperados. "Se recuso a oportunidade, não tenho a mínima chance de falhar, ou de criar desilusões e decepções a meu respeito". Este pensamento pertence aos que estão na zona de conforto e que não os leva a lugar nenhum! Se recusamos a oportunidade, não falhamos, mas também não nos desenvolvemos. Errar faz parte do processo de desenvolvimento, pois aprendemos com os erros*.

Acreditar em si mesmo, passa pela autoestima e pelo autoconhecimento.

A autoestima é desenvolvida desde nossos primeiros passos. Ao longo da vida, recebemos estímulos que podem nos transformar em pessoas confiantes e seguras ou o contrário disso.

Mas nem tudo está perdido: é possível resgatar a autoestima! Um exercício proposto por diversas obras de autoajuda é se colocar diante de um espelho e conversar com você mesmo em voz alta. Nessa conversa, você deve se dizer coisas positivas. No início pode parecer estranho e gerar desconforto, mas com a prática, torna-se um hábito (saudável). Conheço quem pratica este exercício e eles afirmam que passaram a se respeitar mais, tornando-se capazes de, por exemplo, dizer não - palavra que, antes, era difícil de ser pronunciada.

O autoconhecimento é um processo doloroso para alguns, mas essencial para todos. Precisamos (re)conhecer o que temos de bom e de não tão bom assim. Quando nos conhecemos, podemos trabalhar cada ponto que consideramos negativo e ao identificar os pontos positivos, podemos nos servir deles para nos tornarmos mais confiantes e ir em frente com nossos projetos.
* Leia matéria de capa "De volta ao jogo" publicada na edição de junho/2009 da revista Você S/A.

4 comentários:

Unknown disse...

Muito legal Lo!
Parabéns!!!
Bjão,
Su

Lorena disse...

Obrigada! Que bom que você gostou!
Bjs.

Tatiana disse...

Ei Lô,
Finalmente apareci aqui.Gostei deste texto, tem tudo a ver com o que sempre pensei, ontem mesmo estava conversando com um amigo sobre isso. Muito triste em saber que existe, entre nós, duas linha de seres humanos abomináveis: aquela que pensa que é Deus e aquela que tem certeza que é. Mas enfim, só eles têm a perder e são dignos de pena, pois como vc mesma disse no texto, quem gosta de estar perto de pessoas assim? Só lamento por eles.
Bjos

Lorena disse...

Ei Tati, bom "ver" você por aqui. Que bom que gostou do texto! Além de postar comentários, você pode sugerir temas que gostaria que fossem abordados, ok?
Bjs.