quinta-feira, 20 de maio de 2010

No futebol como no trabalho

Por Wagner Matias de Andrade

A Seleção que Dunga anunciou começou com a dedicação individual, em que cada jogador desenvolveu suas competências.

Com a competência individual, é possível interagir com outras pessoas que têm habilidades e interesses semelhantes.

Somente quando estas duas etapas são bem desenvolvidas, é possível formar bons times, boas equipes.

Isso funciona no futebol e também no trabalho. As boas equipes de trabalho acontecem quando as pessoas sabem fazer o que lhes compete e há boa interação entre elas.
 
Como torcedores de um país em que se entende muito de futebol, sabemos que não basta colocar em campo os jogadores mais experientes. É preciso criar a interação entre eles. É o segundo quadro da tira em quadrinhos mostra o que Dunga vai fazer até a estréia na Copa do Mundo.

As próximas semanas, serão de expectativas. Vamos ficar tão antenados que podemos aproveitar o exemplo da integração dos jogadores da Seleção para promover a integração em nossos ambientes de trabalho.

Craques já somos no que fazemos. Talvez um pouco distraídos, fora de forma. Talvez devido a falta de forma, cometemos erros, desperdícios e retrabalhos.

Portanto, vamos convidar os companheiros de trabalho para um bate bola de estímulo para resolver as pequenas inconformidades que estão comprometendo nosso desempenho.

Assim, quando começar a Copa do Mundo, nossas equipes de trabalho estarão tão afinadas e sinérgicas quanto a Seleção Brasileira.
 
Para cada gol que a Seleção marcar, podemos marcar gols de desempenho.

Deste modo, vamos mostrar que o Brasil é bom de bola e de qualidade no trabalho.

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